FILOSOFANDO O COTIDIANO

O autor define com mestria o significado da FILOSOFIA ESPÍRITA vigente no atual estágio evolutivo em que nos encontramos.
Acompanhe conosco esse processo de encontros e desafios, que definem o Ser em busca de si mesmo através de ações que convergem a favor da paz e da Harmonia.

Educar para o pensar espírita é educar o ser para dimensões conscienciais superiores. Esta educação para o Espírito implica em atualizar as próprias potencialidades, desenvolvendo e ampliando o seu horizonte intelecto-moral em contínua ligação com os Espíritos Superiores que conduzem os destinos humanos.(STS)

Base Estrutural do ©PROJETO ESTUDOS FILOSÓFICOS ESPÍRITAS (EFE, 2001): Consulte o rodapé deste Blog.

17 de maio de 2011

Evangelhoterapia



Os séculos 19 e 20 caracterizaram-se pelo recrudescimento dos conflitos humanos que engendraram um panorama extremamente desconcertante e aflitivo, quando comparados, durante o mesmo período, às realizações científicas, filosóficas, sociais e artísticas. O ser humano, exibindo, de forma clara e sem rebuscamentos, os seus erros e delitos, parece buscar, com o mesmo empenho, soluções para os dramas que o aturdem. Herdeiro de suas pró-prias inquietações, tem ido ao encontro de respostas para os dramas existenciais que a tecnologia avançada, com todo o seu glamour e eficiência, não logrou equacionar; ao contrário, parece potencializar os mecanismos de fuga diante da realidade que se exibe, clara e sem rebuscamentos: trazemos fissu-ras morais graves que se acen-tuam a cada dia, e que não acompanham, no mesmo ritmo, o progresso científico. A primeira década do século 21, prestes a se encerrar, embora escolhida, pela ONU, para ser a Década da Cultura de Paz, demonstrou ser uma das mais violentas, pois herdou, dos séculos anteriores, a mesma psicosfera restritiva de valores morais elevados e de ausência de respeito pela Vida, manifesta de todas as formas.
Realmente vivemos a transição tão contundentemente proclamada por Jesus e pelos Espí-ritos Superiores de todos os tempos. Questões recorrentes, como as que o Existencialismo propôs, convergem hoje não para o niilismo feroz, mas para a Filosofia de Luz, a Espírita: quem somos, porque existimos, de onde viemos, para onde caminhamos; e muitas outras podem ser respondidas de maneira simples e clara. As anomalias de toda a sorte, o desgoverno íntimo, a fragmentação de nossos sentimentos, são apenas um viés desse panorama doloroso que tende a encaminhar o homem para uma só direção: o necessário encontro consigo mesmo. E o Evangelho de Jesus de Nazaré, iluminado pelas luzes da Sua Doutrina, poderá fazer esse papel: iluminação das consciências que hoje jazem na incompreensão, na ignorância, nas aflições, renovando-lhes a esperança.
Sigamos, pois, o convite de Jesus, delineado numa das passagens mais belas de O Evangelho segundo o Espiritismo, “Lei de Amor”: quando a adotarem para regra de conduta e para base de suas instituições, os homens compreenderão a verdadeira fraternidade e farão que entre eles reinem a paz e a justiça. Não mais haverá ódios, nem dissensões, mas, tão somente, união, concórdia e benevolência mútua.
(Publicado no Jornal de Estudos Psicológicos, Inglaterra - Ano IV l N° 14 l Janeiro e Fevereiro 2011)

EFE Filosofia Espírita

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