FILOSOFANDO O COTIDIANO

O autor define com mestria o significado da FILOSOFIA ESPÍRITA vigente no atual estágio evolutivo em que nos encontramos.
Acompanhe conosco esse processo de encontros e desafios, que definem o Ser em busca de si mesmo através de ações que convergem a favor da paz e da Harmonia.

Educar para o pensar espírita é educar o ser para dimensões conscienciais superiores. Esta educação para o Espírito implica em atualizar as próprias potencialidades, desenvolvendo e ampliando o seu horizonte intelecto-moral em contínua ligação com os Espíritos Superiores que conduzem os destinos humanos.(STS)

Base Estrutural do ©PROJETO ESTUDOS FILOSÓFICOS ESPÍRITAS (EFE, 2001): Consulte o rodapé deste Blog.

4 de dezembro de 2011

Por uma simples questão de RESPEITO



ASSISTA AO VÍDEO "PRESERVE, RESPEITE E PARTICIPE",AO LADO!

Você já se perguntou porque o Brasil constrói tantas Usinas hidrelétricas? A pergunta pode parecer ingênua: porque precisamos de energia, todos diríamos. Mas você já observou como os outros países fazem para gerar energia limpa? Vamos dar um exemplo: Israel, um país árido, pequeno, cercado por um lado pelo Mar Mediterrâneo, e de outro pelos países árabes. Sabe como se obtém energia? Usinas atomicas? NÃO! Em Israel se utiliza energia solar. E porque o Brasil também não pode optar pelo mesmo procedimento?
E na Holanda? Energia eólica. E porque o Brasil, ao invés de desmatar, destruir fauna e flora amazonica, não opta por essas fontes naturais?
Assista ao vídeo e assine o manifesto ao lado. Ser espírita é também respeitar e fazer respeitar a Natureza que nos cerca e que mantém a Vida.

17 de outubro de 2011

SEMEAR SEMPRE


No grande cosmos tu és o Semeador.
Tu és presença e pessoa.
Não podes fugir à responsabilidade de semear!
Não digas: o solo é áspero, o sol queima,
Chove frequentemente, a semente não presta!
Não é tua missão julgar a terra,
O tempo, as coisas,
Tua missão é semear!
As sementes são abundantes
E germinam facilmente.
Um pensamento, um gesto,
Um sorriso, uma promessa de alento,
Um aperto de mão, um conselho amigo,
Um pouco de água!
Não semeies, porém, descuidadamente,
Como alguém que se desincumbe de uma
obrigação,
Ou que cumpre uma simples tarefa!
Semeia com amor, com interesse, com atenção
Como quem encontra nisso o motivo de sua felicidade!
E ao semear não penses:
Quanto me darão?
Quando será a colheita?
Recorda que não semeias para enriquecer,
Aguardando o ganho multiplicado!
Semeias porque não podes viver sem doar-se!
És dono de ti mesmo e da vida
Quando trocas o teu pouco ou muito com o outro.
Sem esperar recompensas: serás recompensado!
Sem esperar riquezas: enriquecerás!
Sem esperar colheita: teus bens se multiplicarão!
Porque semeias num mundo
Onde doar é receber,
Onde dar a vida é perdê-la,
Onde gastar servindo
É fazer crescer e transformar!
Semeia sempre em todo o terreno,
Em todo o tempo e com muito carinho,
A semente,
Como se estivesses semeando o próprio coração.
A esperança a regará!
Sai Semeador! Parte! Prepara!
Leva contigo tudo o que tens, tudo o que sabes
E acolhes o que o outro te dá!
Aceita o desafio do Semeador
Que semeia o bem, a verdade, a sabedoria!
Tu também és um grande Semeador!.
(Autor anônimo)
Olá, companheiros e companheiras de ideal espírita,

Lembremos o dia 15 de outubro, consagrado à missão do Educador por excelência, aquele que, dia após dia sai a semear nos corações e nas mentes humanas um pouco que seja do seu próprio Saber acumulado, do Conhecimento adquirido, do preparo às profissões, dos Valores Éticos passados aos corações de crianças e jovens - e adultos, num constante Labor que, analogicamente podemos comparar à semeadura - aquela que dará frutos "cem a cada um".

Lembremos do Educador simples, do campo, que, sem se importar com a rudeza do "solo" a semear, continua o seu trabalho; lembremo-nos principalmente daqueles que enfrentam a violência das almas ainda imaturas, dos costumes deteriorados, da pobreza que gera a brutal convivência com as carências de toda a sorte, aqui, como em qualquer parte deste mundo em conflito.
Lembremo-nos dos mestres de nossas vidas, pais, mães, professores, educadores, a quem devemos as nossas "boas vindas" quando reencarnamos "com tarefas definidas" ; lembremo-nos dos Educadores Espíritas, que chamamos simplesmente de expositores, mas que muito mais que apenas expor, tentamos todos passar aos queridos "alunos da vida e para a Vida", um pouco que seja do muito que ainda estamos aprendendo com o mestre de Lyon, e com o Mestre de todos, Jesus de Nazaré.

Já dizia alguém que a Educação é a base da vida - sim, é e o será sempre; e sempre que nos predispusemos a - humilde e simplesmente - aprender!

Com apreço,
Equipe Estudos Filosóficos Espíritas no CENL-Casas André Luiz
Veja: http://www.feal.com.br/artigo.php?car_id=62&col_id=22&t=Semear-Sempre

Campanha pela conscientização pela Educação: Descriminalizar ou Educar?
VEJA:
http://filosofandocotidiano.blogspot.com

11 de outubro de 2011

DESCRIMINALIZAR OU EDUCAR




EM 19 DE JULHO DE 2011, POSTAMOS O ARTIGO ACIMA NESTE BLOG, RESULTANTE DO TRABALHO REALIZADO EM CLASSE DE FILOSOFIA ESPÍRITA DO PROJETO ESTUDOS FILOSÓFICOS ESPÍRITAS, NO CENTRO ESPÍRITA NOSSO LAR CASAS ANDRÉ LUIZ. INSPIRADA PELOS NOSSOS ALUNOS, COM A PARTICIPAÇÃO DE NOSSO EDUCADOR DO EFE, ALEXANDRE RODRIGUES,ESCREVI ARTIGO COM O MESMO NOME, PUBLICADO NO SITE DA FUNDAÇÃO ESPÍRITA ANDRÉ LUIZ/COLUNISTAS, E NO JORNAL "O CLARIM" AO LADO, No.03, OUTUBRO DE 2011 - FAÇAMOS VOTOS QUE AS NOSSAS CASAS ESPÍRITAS BRASILEIRAS, ENOBRECIDAS PELA CAUSA DE JESUS E KARDEC, SE PRONUNCIEM CONTRA TAL ABERRAÇÃO; FAÇAMOS VOTOS QUE AS NOSSAS AUTORIDADES SE SENSIBILIZEM COM A TRAGÉDIA QUE ORA ENVOLVE OS NOSSOS JOVENS.

23 de setembro de 2011

PRIMAVERA !





Saudamos e nos confraternizamos com os colegas de ideal espírita que estudam conosco na França, Inglaterra, Japão, e todos os demais países que nos contatam através dos blogs internacionais do EFE

A PRIMAVERA (veja quadro “Jardin” de Claude Monet no blog http://filosofiaespiritaencantamentoecaminho.blogspot.com) nos remete à ideia de renovação, de reinício, de recomeço; esses passos em nossa existência devem ser floridos, como o jardim de Monet; estamos entrando na Primavera, portanto, renove as suas esperanças, reinicie os planos que a vida lhe propôs, recomece, mas desta vez com alegria, com satisfação, com muito empenho!

7 de setembro de 2011

PARA OS AMIGOS DO JAPÃO


INICIAMOS O CURSO DE FILOSOFIA ESPÍRITA DO PROJETO ESTUDOS FILOSÓFICOS ESPÍRITAS, EM PARCERIA DE DIVULGAÇÃO COM A ADE-JAPÃO, ACESSE O BLOG ABAIXO E COMECE OS SEUS ESTUDOS!!!!

http://filosofiaespiritacomjapao.blogspot.com

3 de setembro de 2011

EVOLUÇÃO E SEXO


O renomado prof. José Herculano Pires assim define as experiências do Espírito em processo de evolução: "Toda experiência representa uma aquisição do Espírito, que passará a integrar as suas funções cognitivas em forma de categorias da intuição. Enquanto não desaparecerem os resíduos do inconsciente, a experiência superada pode ser reativada pela imprudência e o abuso". (PIRES, J.H., Pesquisa sobre o amor, Paidéia, 1983). O lúcido seguidor de Kardec reconhece que erros e delitos perpetrados em vidas transatas poderão ressurgir na forma de comportamento obsessivo ou até agressivo, se não forem trabalhados sistemática e constantemente ao longo de toda uma existência, no sentido de desenvolver valores e virtudes latentes no Espírito. "A sexualidade", prossegue ele, "é uma forma de manifestação do amor. No ser humano, porém, as manifestações do amor abrangem toda a sua estrutura vital, existencial e psico-afetiva. No plano vital, é sensação, trazendo expressões periféricas, deslocando-as para a paixão, que não é exaltação do amor, mas da sensualidade." Lembrando ainda de suas palavras, analisamos que os crimes de amor nada têm a ver com o Amor; são expressões desregradas do sentimento de posse, animadas pelo egoísmo. O ciúme, alimentado por essas expressões, acaba por animalizar o ser humano na torpe expressão de sua mais profunda baixeza.
A sexualidade, como manifestação de afeto, plenifica o ser humano quando acompanhada do Amor. Sem este, é mero impulso animal, aviltamento das funções genésicas, cuja finalidade última é a encarnação do Ser. "Nos casais evoluídos o ato sexual não se reduz ao prazer sensorial. Este é apenas a chispa do fogo vital que desencadeia todo o processo da criação humana.(...) Só a mes-quinhez do vulgo, do populacho incapaz de compreender a grandeza de um ato criador poderia ter feito disso motivo de escândalo, malícia e pecado".
Estamos vivendo o momento evolutivo do desregramento sensorial, ativado pelos movimentos mundiais pretensamente libertários da mulher. Esta, subjugada à violência do homem durante séculos, animada pelo sentimento de inferioridade trazida pelas religiões, deslocou-se para a outra ponta da corda. Não se reconhece como Ser que traz consigo a possibilidade divina de amar e ge-rar vidas, mas como aquela que deve disputar o mesmo patamar de excessos praticados pelo homem. Instrumento midiático para a venda de produtos masculinos, continua escrava de sua imagem, iludida pela exposição da propaganda.
Jesus, ao libertar a mulher adúltera e Madalena, reconheceu-lhes o imenso poder do Amor latente, porém desfocado e desequilibrado. A primeira, pode ter refeito seus caminhos. Madalena, a divina pecadora, encontrou-se a si mesma, amou a Humanidade a quem se dedicou pelo resto de seus dias, deixando uma eloquente mensagem de resgate pelo e para o Amor.
Homens e mulheres do século XXI, fomos criados para o desenvolvimento das divinas potências que jazem silenciosas dentro de nosso íntimo. Já é tempo de fazê-las florescer. Já é tempo de colocá-las acima do alqueire, como Jesus o fez.
(Publicado no The Journal of Psychological Studies, Londres, Inglaterra, Setembro e Outubro de 2011). Visualize também no site da Fundação Espírita André Luiz: http://www.feal.com.br/artigo.php?car_id=60&col_id=22&t=Evolucao-e-Sexo

14 de agosto de 2011

SER PAI


Ser pai é ser especial. É, na masculinidade, guardar doçura.

É ser homem e ser afetuoso.
Ser pai é, sendo administrador, administrar tão bem o tempo, que nunca faltem minutos para atender o telefonema do filho, com atenção. Um telefonema que fale do entusiasmo dele por ter conseguido fazer um gol para o seu time, na escola.
Ser pai é não se afogar no mar dos negócios, mesmo que na sua qualidade de executivo, muitas sejam as horas que a profissão lhe exija.
É, sendo lavrador, preparar a terra do coração do filho para receber as sementes do bem, regando-as todos os dias com o seu carinho, demonstrando, na prática, que nenhuma tarefa é mais importante do que a que tenha a ver com os sentimentos das criaturas.
Ser pai é, sendo músico, ter sensibilidade suficiente para colocar, no pentagrama da vida do seu filho, as mais sublimes notas da compreensão, da tolerância e do amor.

Sendo poeta, escrever as mais belas rimas da ternura com os versos simples do companheirismo e da alegria.

Ser pai é, na qualidade de mecânico hábil, estar apto a consertar os estragos que alheias ideias possam estabelecer na estrutura delicada do caráter do seu filho. É saber utilizar com maestria as ferramentas de precisão, aferindo oportunidade e valores para as lições que o conduzirão na vida.

Ser pai é, como escultor habilidoso, esculpir formas mais primorosas no caráter do filho.

Como instrutor, ministrar-lhe as lições da sua experiência pessoal, e falar-lhe das lições imortais da vida maior.

Ser pai é, sendo motorista, não esquecer de que deve dirigir a vida do seu filho para a rota segura do dever, a fim de o transformar em um cidadão honrado e um homem de bem.
Ser pai é, sendo magistrado, saber julgar com imparcialidade as traquinagens do seu rebento, analisando todos os fatos e dispondo-se a ouvir todas as partes envolvidas, a fim de sentenciar com justiça.
Ser pai é, sendo médico, ter a notabilidade de um cirurgião para, no tempo certo, realizar a cirurgia de profundidade, descobrindo nas entranhas do Espírito, as tendências do filho e as trabalhar, burilando-as.
Ser pai é, sendo enfermeiro, não esquecer de colocar curativos nos machucados do joelho, do cotovelo e providenciar medicamento apropriado para coração partido pela dor da primeira desilusão de amor.
Ser pai é, sendo ator, deixar de brilhar tanto nos palcos do mundo para se apresentar à restrita plateia de um garoto que o espera, todos os dias, para assistir a sua encenação da mais bela peça teatral, a da paternidade.
Ser pai é, sendo cantor, modular a voz e criar canções de ninar para embalar o filho cansado das brincadeiras do dia.
Ser pai é, sendo desportista, ter braços rijos para suspender o filho com firmeza, abraçá-lo com vigor e lhe segredar ao coração: Te amo muito.

Existem homens que almejam missões surpreendentes. Existem outros que sonham com conquistas extraordinárias.
Existem os que planejam ter sobre si os olhos do mundo.
No entanto, a missão mais surpreendente, a conquista mais extraordinária é a da paternidade responsável.
E o olhar mais importante é de um pequeno que espera, ao final do dia, na porta de entrada de um verdadeiro Lar !
Redação do Momento Espírita - Feparana

19 de julho de 2011

DESCRIMINALIZAR OU EDUCAR?



ARTIGO COM A TEMÁTICA ACIMA, INSPIRADO PELOS NOSSOS ALUNOS DO EFE/2011, FOI PUBLICADO NO JORNAL "O CLARIM", No.03, OUTUBRO DE 2011 - FAÇAMOS VOTOS QUE AS NOSSAS AUTORIDADES SE SENSIBILIZEM COM A TRAGÉDIA QUE ORA ENVOLVE OS NOSSOS JOVENS

Há pouco ouvimos - e assistimos - às novas tentativas de se evitar o uso das drogas. Sabemos que este é um problema dos mais complexos, cuja gênese jaz no Espírito ainda imberbe de evolução, e que se apóia na precariedade dos usos e costumes em moda. A liberação das drogas, portanto, muito longe de resolver o problema, agiganta-o de forma tal, que as suas consequências seriam imprevisíveis, tanto sob o ponto de vista sócio-cultural, quanto – e principalmente, espiritual.
Vejamos o que os nossos alunos do Curso de Filosofia Espírita/2011 do Projeto Estudos Filosóficos Espíritas deduziram dessa novidade. Destacamos alguns trabalhos da classe: a Vera Lucia concorda que o viciado é uma pessoa que precisa de assistência médica e terapêutica, e conclui que a responsabilidade maior cabe aos pais de crianças e de jovens que enveredam por esse caminho. Coloca que o Espiritismo é um fator de grande importância na prevenção dessa questão. Telma relata a sua experiência, quando jovem, de haver sido vítima de uma infeliz brincadeira de estudantes, episódio negativo de que nunca se esqueceu. Neide afirma: como adeptos da Filosofia Espírita, desde logo, podemos inferir que muito alem da solução simplista ou irresponsável de descriminalizar e posteriormente regularizar o uso da maconha ou quaisquer outras drogas; devemos reflexionar sobre o que leva a criatura humana, seja jovem ou adulta, a optar por esse mecanismo de autodestruição. Chris Flores cita a passagem do Evangelho de Mateus, V: 44-48: “Sede, pois, perfeitos, como Vosso Pai Celestial é perfeito”, e que deveria servir de modelo para que vivêssemos de acordo com os ensinamentos de Jesus, com responsabilidade e nunca buscando mecanismos de fuga. Floreci acrescenta a frase importante de Pitágoras, como mecanismo preventivo: "Educai as crianças e não será preciso punir os homens." A educação infantil, diz ela, é de suma importância para a formação de um adulto íntegro e comprometido com o seu próprio bem-estar e o da sociedade em que vive.
Daí concluirmos, que, muito mais do que ir em busca de alternativas paliativas e de menor eficácia, cumpre à sociedade atuar em conjunto com as autoridades, e com os profissionais da saúde, bem como especialistas no comportamento humano, no sentido de minimizar o consumo de drogas ilícitas até aboli-las, punir educando os infratores, assistir aos enfermos do vício.
Porém, acima de tudo, o Espiritismo é – e sempre será, na opinião de todos os alunos, a ferramenta para o esclarecimento, a vivência mais pura do Evangelho de Jesus com discernimento e enobrecimento para o Espírito.

2 de julho de 2011

FÉRIAS...


HÁ FÉRIAS PARA OS BONS ESPÍRITAS?
AS CONVENÇÕES SOCIAIS NOS DIZEM QUE JULHO É MÊS DE DESCANSO, DE ESPAIRECIMENTO, DE ESQUECER COMPROMISSOS, TRABALHO, PESSOAS ENVOLVIDAS CONOSCO NESSE COTIDIANO.
O SÁBIO ESPÍRITO EMMANUEL DISSE CERTA VEZ QUE NÃO ESTÁVAMOS REENCARNADOS EM SISTEMA DE FÉRIAS, MAS DE MUITO, MUITO TRABALHO.
ENTÃO, REPETIMOS...HÁ FÉRIAS PARA OS BONS ESPÍRITAS?
VIVEMOS UM PERÍODO DOS MAIS GRAVES PARA A EVOLUÇÃO INDIVIDUAL E COLETIVA. SOMOS ENVOLVIDOS A TODO MOMENTO PELAS NOTÍCIAS TRAZIDAS PELOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO E QUE NOS COLOCAM EM ESTADO DE ALERTA. ALGUNS DIRIAM: “AH, MAS MUITA COISA BOA ESTÁ ACONTECENDO...”
CERTAMENTE QUE “MUITA COISA BOA” ESTÁ ACONTECENDO....POR PARTE DAQUELES QUE NUNCA TIRAM FÉRIAS, QUE TRABALHAM ININTERRUPTAMENTE, E QUE FAZEM DE SUAS VIDAS UM VERDADEIRO MANANCIAL DE REALIZAÇÕES RESPONSÁVEIS E PLENAS DE ALTRUÍSMO.
DESTA FORMA, AS PEQUENAS PAUSAS QUE DENOMINAMOS “FÉRIAS” SERVEM PARA REFLEXÃO, LEITURAS, CONVIVÊNCIA COM OS FAMILIARES, COM OS AMIGOS.
TAMBÉM PARA REAVALIAÇÃO DE CAMINHOS...
SIGAMOS OS CONSELHOS DE EMMANUEL, SIGAMOS OS EXEMPLOS DAQUELES QUE, COM SUA DEDICAÇÃO AO BEM, DE QUALQUER FORMA MANIFESTADO, MODIFICAM O QUADRO DE PENÚRIA INTELECTUAL E MORAL QUE ORA ATRAVESSAMOS.
TRABALHEMOS, ESTUDEMOS, PESQUISEMOS, SEJAMOS OS TRABALHADORES DO SENHOR (O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. XX, item 5, mensagem do Espírito da Verdade), NESTE MOMENTO IMPORTANTE PARA AS NOSSAS VIDAS.

15 de junho de 2011

A PONTE



ARTIGO PUBLICADO PELA REVISTA INTERNACIONAL DE ESPIRITISMO, No. 09, Outubro de 2011.

No livro “O Espírito da Verdade” de autores diversos psicografados através da mediunidade lúcida e coerente de Chico Xavier, encontramos a mensagem de Hilário Silva, “Há um século”. Nela, seu autor relata um episódio da vida de Allan Kardec, ocorrida em abril de 1860. Numa manhã daquela data, o codificador quedara exausto e desalentado diante de tantas pressões, críticas, perseguições, calúnias. Sua esposa lhe traz uma encomenda que acabara de chegar, o professor abre, e encontra uma carta assinada por Joseph Perrier, relatando-lhe a própria história. Havia sido um sério candidato ao suicídio, premido pelas dores e aflições oriundos de dramas pessoais que não soubera enfrentar. Numa noite, encaminhara-se às margens do rio Sena, e decidido a jogar-se da Ponte Marie, ao apoiar-se com a mão direita na amurada tocou num objeto que caiu ao solo. Surpreendido, tomou o volume nas mãos, e procurando a luz mortiça de um poste, pode ler : “Esta obra salvou-me a vida. Leia-a com atenção e tenha bom proveito. – A. Laurent”. Estupefato, leu a obra – O Livro dos Espíritos -, ao qual acrescentou breve comentário, encaminhando-o ao professor Rivail.
Kardec abriu o pacote e encontrou o livro ricamente encadernado, em cuja capa viu as iniciais de seu pseudônimo. Abrindo-o, encontrou a mensagem acima, acrescida das seguintes palavras: “Salvou-me também. Deus abençoe as almas que cooperaram em sua publicação.” Após a leitura, o prof. Rivail, refeito dos dramas que vivia por preservar a Doutrina dos Espíritos das tentativas que visavam deturpar os seus princípios, pensou: “era preciso continuar, desculpar as injúrias, abraçar o sacrifício e desconhecer as pedradas...”(Emmanuel, Xavier, 1999, p.127).
Dois aspectos se destacam nesse episódio: o primeiro, os apodos que o Espiritismo e todos aqueles que se lhe conservam fiéis recebem, por lhe preservarem os princípios indenes de interpretações e interpolações pessoais, ou dogmáticas, ou academicistas. O Espiritismo conservar-se-á livre, pois livre é a sua natureza, livre é a sua fonte onde se banham todos aqueles que buscam libertar-se das amarras e sistemas que o ser humano criou para si nos diversos momentos de seu crescimento. O Espírito André Luiz, num contundente artigo, “Defesa da Verdade”, enfatiza: “ninguém precisa ferir ou impor nesse ou naquele ponto de sustentação doutrinária, mas o espírita tem a obrigação de estudar e refletir, assegurar a limpidez dos ensinos que abraça e garantir-lhes a difusão clara nos alicerces do discernimento e da lógica, sem o que as consciências humanas, mesmo as que estejam sob os rótulos do Espiritismo, continuarão adstritas ao fanatismo e à superstição.”
Em segundo lugar, a temática do suicídio, tão intensamente estudada por especialistas da área médica, teve seu destaque através de uma pesquisa que redundou em um livro extenso e detalhado, “O suicídio”, de 1897. Refiro-me a Émile Durkheim, nascido um ano após a primeira edição de “O Livro dos Espíritos”, foi o primeiro a afirmar que o suicídio era um fato social e deveria ser explicado por fatores sociais. O suicídio era decorrente não somente de questões individuais, étnicas, religiosas ou provenientes de desordens mentais mas também como desordem social, um estado de anomia (estado social sem regras ou normas) encontrado na sociedade. Tal estado ocorreria em situações de calamidades, em tempos de grandes transformações sociais. Para Durkheim, o suicídio é um aspecto patológico das sociedades modernas e revela de modo marcante a relação entre indivíduo e coletividade. Segundo ele, quando o indivíduo se sente só e desesperado, a ponto de se matar, é ainda a sociedade que está presente em sua consciência e o leva, mais do que sua história individual, a esse ato solitário. (Aron, 1999, p.298).
E ainda poderíamos acrescentar, como elemento motivador, épocas de crise de valores como a atual em que vivemos. Exemplo disto, é o filme “The Bridge”, criado por Michael Smith, em semanas de observação e filmagem da ponte Golden Gate, na cidade de São Francisco, Califórnia (EUA), de onde se jogam suicidas em potencial. Tentativas de suicídio, entrevistas com pessoas que surpreendentemente se salvaram com vida após projetarem-se da ponte, e as tentativas frustradas de salvar vidas por parte do criador do documentário e de sua equipe, tudo é relatado com impressionante exatidão.
E voltamos ao episódio vivido por Kardec: esses suicídios poderiam ser evitados? O que falta à sociedade que a faz refém do desespero de seus indivíduos que se projetam cotidianamente das pontes construídas pelas drogas, pelos vícios, pelos modismos, pelas carências, pelo vazio interior? Nossa sociedade está enferma. Gabriel Delanne, em tocante mensagem de 2004, alerta: vivemos um período de egoísmo feroz.
Mais do que continuar nas construções do saber, precisamos alicerçá-lo com as bases da compreensão, do respeito à vida e aos direitos do outro, à diversidade, à natureza, sob pena de vê-lo desmoronar sobre as nossas vãs e infantis criações.
Bibliografia/Fontes:
Veja a mensagem de Gabriel Delanne na íntegra: http://filosofiaespiritaencantamentoecaminho.blogspot.com

Assista o trailler de “O Filme dos Espíritos”, Mundo Maior Filmes:
http://filosofandocotidiano.blogspot.com

8 de junho de 2011

SOBRE MÚSICA E FILOSOFIA ESPÍRITA ...


Estudando em nosso Blog de Filosofia Espírita, ou no Blog do VER,respectivamente http://filosofiaespiritaencantamentoecaminho.blogspot.com e http://vervisaoespiritadareligiosidade.blogspot.com, no Blog de Filosofia Espírita aplicada ao cotidiano http://filosofandocotidiano.blogspot.com ou nos demais Blogs de acesso ao Conhecimento espírita (http://spiritistphilosophy.blogspot.com , http://philospiriteravissementetcheminement.blogspot.com , você poderá se perguntar porque colocamos vários links com trechos de música clássica, além de outros: veja, não é ao acaso.
Cada compositor – principalmente os nascidos entre os séculos 18 e 19 – trouxe consigo a marca, se podemos chamar assim, de verdadeiros precursores da Filosofia Espírita no campo das Artes, ajudando assim, a “preparar” a sensibilidade dos homens e mulheres nascidos e por nascer naqueles séculos e nos séculos futuros, pois a sua música é atemporal, toda ela expressa em beleza e extrema harmonia. Muitos deles nasceram no Período Romântico – na Filosofia, esse Período deu origem ao Idealismo Absoluto com Kant e Hegel - em fins do século 18, e que abrangeu toda a civilização ocidental.
Depois do romantismo, o mundo nunca mais foi o mesmo; na poesia e literatura com Goethe, Schiller (pois o Movimento iniciou-se na Alemanha), na música com Beethoven e Brahms, na Filosofia, inclua-se Schelling aos já acima citados. Adentrando o século 19, a Europa inteira se embriagava com o sentimento de melancolia; no Brasil, Castro Alves morria de tuberculose e, por incrível que possa parecer, morrer dessa doença era a aspiração de todo grande artista, a fim de eternizar-se em holocausto à Arte. Giuseppe Verdi retrata esse momento, na ópera dramática “La Traviata”, cujo libreto inspirava-se na história da Dama das Camélias de Dumas.
Porém, aspirações à parte, infelizmente o Bacilo de Koch deflagrou uma pandemia pelo mundo, levando consigo outros grandes nomes, como Frédéric Chopin, morto precocemente aos 39 anos. No ano de 2010, comemorou-se 200 anos de nascimento do grande compositor. Dele diz Eduardo Rincón: Chopin foi uma força única, um compositor de personalidade tão singular, que jamais teve de lutar para ser reconhecido. A médium brasileira, Yvonne do Amaral Pereira teve a oportunidade de dialogar, por diversas ocasiões, com o Espírito Chopin, e estes encontros estão relatados em detalhes em seu livro “Devassando o Invisível”.
Mas o Romantismo – época em que surge a Doutrina Espírita construída como Filosofia –em verdade conduz o ser humano a pensar que ele não era apenas razão, como o Iluminismo o fizera crer. Ele era um ser composto de paixão, sentimentos, emoções, de reflexão, de instrospecção, trazia consigo a mística da religiosidade inerente à sua verdadeira natureza de Espírito imortal, viajor do Infinito, no dizer de Plotino.
O Romantismo redescobrira a importância do impulso de sensibilidade inspirado pelas Artes, no processo do crescimento humano. Se você quiser um exemplo prático, já que falamos em Chopin, ouça o 2º. Movimento Larghetto, de seu Concerto No. 1, Opus 11, reproduzido ao lado: feche os olhos e deixe-se levar por seus suaves acordes ...
Outro exemplo, é o trecho Lacrimosa do Réquiem de Mozart (ouça-a com a Filarmonica de Berlim, sob a batuta do maestro Claudio Abbado). Muitos dirão que ele é melancólico, que traduz uma grande dor. De fato, pois retrata a dor de Maria e de Jesus no episódio do Calvário. Mas percebemos que ele também retrata a imensa tristeza presente no coração do grande compositor, pois despedia-se da vida terrena naqueles acordes (este foi o último Movimento que compôs em seu leito de morte); porém, a extrema beleza e a musicalidade contidas nesse Movimento, ao contrário, leva-nos a agradecer à personalidade desse Espírito magistral pela grandiosa herança legada à Humanidade (leia a sua entrevista publicada por Allan Kardec, na Revista Espírita de 1858, com a reprodução psicopictografada de seu lar em Júpiter, pelo médium Bernard Palissy). E eu ainda ousaria dizer que a Lacrimosa foi uma mensagem direta dos Espíritos Superiores à Terra, em forma de música, e que – sem palavras que a descrevam – “fala” à nossa alma das imagens sublimes de outras paisagens, quem sabe as de um plano de Regeneração, onde o Bem e o Belo prevalecem...
Infelizmente aqui não há espaço para falarmos de todos: Beethoven, Brahms, Haydn, Haendel, Massenet... Mas como você sabe, a Musicoterapia adota trechos de suas Sonatas, Sinfonias, concertinos, concertos para o tratamento eficaz de enfermidades psicossomáticas.
Saiba ainda que quando você estiver estudando, ou lendo, ou simplesmente quiser repousar de um dia estressante, Johann Sebastian Bach (do período Barroco, que antecedeu ao Romantismo) é altamente recomendável.
Quando quiser alegrar-se, as orquestrações para piano de Mozart (ainda ele) por exemplo o Concerto No. 9, em seu 1º. Movimento aqui apresentado por Mitsuko Uchida; quando quiser apenas admirar o pôr do Sol, ou pensar na vida, ouça um Noturno de Chopin.
Um dos maiores pianistas clássicos da atualidade, o jovem chinês Lang Lang, diz que a música clássica traduz amor, paixão, sentimento, nobreza e encantamento !
Mas, em meio a tantas maravilhas, a tragédia tomou o lugar que lhe era próprio. Muitos desses Espíritos, dotados que foram de extrema sensibilidade, ‘perderam-se’ na melancolia de que eram portadores (acerca desse fenômeno, veja o item 25, do Cap. V de O Evangelho segundo o Espiritismo) e, caindo em profunda depressão, ceifaram a própria existência, como nos casos de Tchaikovsky e de Robert Schumann. A eles o nosso imenso carinho, pois encantaram (e encantam) a nossa existência com a Beleza de sua Arte.
Então, entendeu agora o porquê da Música aqui presente? E para não esquecermos que a boa arte musical se expressa constantemente em sua atemporalidade, você também encontrará os contemporâneos Vangelis, Josh Gobran, M. Jackson, Milton Nascimento, Mercedes Sosa, Bach revisitado pelo excelente Bob Mc Ferrin, e muitos outros que ainda virão, também representando os períodos culturais importantes para a Filosofia, pois quer admitamos ou não, eles influenciaram os pensadores e filósofos de todos os tempos; e todos encantando o nosso caminho rumo à Filosofia Espírita !
Quanto às aulas em nosso Blog, elas são postadas a medida em que se realizam as aulas presenciais, e para, também, darmos tempo suficiente à reflexão. Também postaremos filmes, aulas, documentários, todos concernentes aos assuntos abordados.
O PROJETO ESTUDOS FILOSÓFICOS ESPÍRITAS seguirá sequencialmente, com as aulas ampliadas com novos conceitos em Filosofia e Filosofia Espírita.

Os artigos aqui arquivados e também constantes de nossa página no www.feal.com.br no conjunto “Colunistas”, servem como referência para o momento atual. É a Filosofia revisitada sob os auspícios da nossa querida Filosofia Espírita.

ABRAÇO FRATERNO, E QUANDO QUISER TROCAR IDEIAS, MANDE SEU EMAIL PELO: efe_ver@hotmail.com para você que está no Brasil e ver_cefe@hotmail.com , para você que reside nos demais países.

17 de maio de 2011

Evangelhoterapia



Os séculos 19 e 20 caracterizaram-se pelo recrudescimento dos conflitos humanos que engendraram um panorama extremamente desconcertante e aflitivo, quando comparados, durante o mesmo período, às realizações científicas, filosóficas, sociais e artísticas. O ser humano, exibindo, de forma clara e sem rebuscamentos, os seus erros e delitos, parece buscar, com o mesmo empenho, soluções para os dramas que o aturdem. Herdeiro de suas pró-prias inquietações, tem ido ao encontro de respostas para os dramas existenciais que a tecnologia avançada, com todo o seu glamour e eficiência, não logrou equacionar; ao contrário, parece potencializar os mecanismos de fuga diante da realidade que se exibe, clara e sem rebuscamentos: trazemos fissu-ras morais graves que se acen-tuam a cada dia, e que não acompanham, no mesmo ritmo, o progresso científico. A primeira década do século 21, prestes a se encerrar, embora escolhida, pela ONU, para ser a Década da Cultura de Paz, demonstrou ser uma das mais violentas, pois herdou, dos séculos anteriores, a mesma psicosfera restritiva de valores morais elevados e de ausência de respeito pela Vida, manifesta de todas as formas.
Realmente vivemos a transição tão contundentemente proclamada por Jesus e pelos Espí-ritos Superiores de todos os tempos. Questões recorrentes, como as que o Existencialismo propôs, convergem hoje não para o niilismo feroz, mas para a Filosofia de Luz, a Espírita: quem somos, porque existimos, de onde viemos, para onde caminhamos; e muitas outras podem ser respondidas de maneira simples e clara. As anomalias de toda a sorte, o desgoverno íntimo, a fragmentação de nossos sentimentos, são apenas um viés desse panorama doloroso que tende a encaminhar o homem para uma só direção: o necessário encontro consigo mesmo. E o Evangelho de Jesus de Nazaré, iluminado pelas luzes da Sua Doutrina, poderá fazer esse papel: iluminação das consciências que hoje jazem na incompreensão, na ignorância, nas aflições, renovando-lhes a esperança.
Sigamos, pois, o convite de Jesus, delineado numa das passagens mais belas de O Evangelho segundo o Espiritismo, “Lei de Amor”: quando a adotarem para regra de conduta e para base de suas instituições, os homens compreenderão a verdadeira fraternidade e farão que entre eles reinem a paz e a justiça. Não mais haverá ódios, nem dissensões, mas, tão somente, união, concórdia e benevolência mútua.
(Publicado no Jornal de Estudos Psicológicos, Inglaterra - Ano IV l N° 14 l Janeiro e Fevereiro 2011)

9 de maio de 2011

PROJETO ESTUDOS FILOSÓFICOS ESPÍRITAS



INFORMAMOS AOS NOSSOS PREZADOS ESTUDIOSOS DA FILOSOFIA ESPÍRITA NOS GRUPOS DE ESTUDO E PESQUISA DO EFE-VER, BEM COMO COMPANHEIROS DE IDEAL ESPÍRITA, QUE JÁ ESTAMOS COM O BLOG http://spiritistphilosophy.blogspot.com/ ABERTO PARA O ESTUDO APROFUNDADO DE FILOSOFIA ESPÍRITA AOS PAÍSES DE LÍNGUA INGLESA, E TAMBÉM ÀQUELES QUE DESEJAREM CONHECER O NOSSO TRABALHO NAQUELE IDIOMA.
CONSULTEM TAMBÉM:
http://philospiriteravissementetcheminement.blogspot.com

QUE JESUS E OS BENFEITORES ESPIRITUAIS POSSAM ILUMINAR MAIS ESTE MODESTO TRABALHO DE DIVULGAÇÃO DE NOSSA TÃO AMADA FILOSOFIA ESPÍRITA.

19 de abril de 2011

ANTE OS TESTEMUNHOS



Segundo o Evangelho, na iminência de Seu martírio, Jesus dirigiu-Se ao Getsêmani com os discípulos.
Acompanhado de três deles, afastou-Se um pouco para orar. Declarou-Se triste, pediu que vigiassem com Ele e orou.

Absolutamente tudo o que Jesus fez durante Sua jornada terrena é pleno de significados.
Ele é o Modelo e Guia dado por Deus à Humanidade.Forte como nenhum homem jamais o foi, por Suas virtudes, mas ainda assim sujeito às intempéries da vida terrena.

Em face do grande testemunho que se avizinhava, esse Homem Superior lançou mão de duas providências:
Primeiro, cercou-Se de Seus amigos queridos e partilhou com eles Suas
angústias;
Segundo, entrou em contato com a Divindade por meio da oração.

No mundo, o homem está sempre às voltas com testemunhos. Em sua fragilidade, a cada instante é colocado à prova.

Diferente de Jesus, pleno de pureza, bondade e sabedoria, o homem comum está sujeito às tentações e às dúvidas. Frequentemente se indaga a respeito de qual o melhor caminho a seguir. Hesita, sente-se fraco e teme não conseguir vencer as provações.
Mesmo quando decidido, às vezes fraqueja ao colocar em prática suas
boas resoluções. Essencialmente frágil, o ser humano não se debate apenas com
dificuldades pontuais. Diariamente, ele corre o risco de cometer pequenos e desnecessários equívocos. Não se trata de pintar um quadro desanimador, mas de ser realista. O bem é sempre possível e ele invariavelmente ilumina e pacifica. Apenas, por vezes, as tentações do mundo se apresentam bastante sedutoras.

Nesse contexto, convém recordar o sábio exemplo de Jesus.
Em Sua grandeza, Ele não abdicou de dois sublimes recursos: a oração e a amizade. A oração coloca o homem em ligação com o Divino. Faculta que ele receba salutares inspirações e se fortifique. O hábito de orar constitui um eficiente antídoto contra as loucuras do mundo.

Mas, nessa busca do Alto, importa não esquecer os companheiros de jornada. As amizades sinceras aquecem o coração e reduzem as carências e fragilidades. É importante aprender a partilhar as próprias dificuldades e sonhos
com algumas pessoas de confiança.

Esse processo de narrar os conflitos íntimos a Deus e ao próximo faculta o autoconhecimento.

Se algo parecer muito vergonhoso para ser partilhado com um amigo querido, é porque jamais deve ser colocado em prática.

Assim, ante seus testemunhos diários, ligue-se a Deus e a seus amigos.

Trata-se de uma valiosa estratégia para que vença a si mesmo e caminhe firme em direção ao alto.

Pense nisso.

Fonte: Redação do Momento Espírita (Federação Espírita do Paraná)

PARA TODOS VOCÊS FILOSOFANTES ESPÍRITAS, QUE ESTE PERÍODO SEJA DE REFLEXÕES, PAZ E AMIZADE !

12 de abril de 2011

A ERA DO ESPÍRITO


Há algum tempo ouvimos dizer que o século XXI é o século em que predominarão os interesses voltados à espiritualização do ser humano. É inegável como vemos, a cada dia que passa, essa transformação ocorrer em diversos setores das atividades humanas, por exemplo, a criação de ONGs que desenvolvem atividades ligadas ao bem-estar da coletividade, à proteção do meio-ambiente, ao amparo daqueles que sofreram perdas irreparáveis. São centenas numa mesma metrópole, milhões em todo o mundo. Por sua vez, os jovens buscam o saber de forma inequivocamente liberta de preconceituações e sob os auspícios da boa ciência e da postura ética.

Paralelamente, vemos o outro lado dessa questão. Yves de La Taille, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, ao responder se acreditava que a violência a que estão expostos os jovens através da TV, videogames, etc. , poderia por si só influenciar e tornar as crianças violentas ou se isso poderia variar de acordo com os valores morais implícitos, respondeu: “É uma questão difícil de ser respondida e sobre a qual não temos dados confiáveis. A meu ver, não é tanto a exposição a cenas de violência que pode causar comportamentos violentos, mas sim o sentido dado a elas.” O grifo é nosso. É justamente nesse ponto que surgem a ética e a moral espíritas, implícitas nos princípios da reencarnação, da lei de causa e efeito, etc.
Sem dúvida nenhuma que o conhecimento espírita terá condições de balizar esse processo. Mudanças somente podem ocorrer se nos predispomos a ser os agentes catalisadores dessas mudanças. E o foco parece estar centralizado na Educação por excelência, no conhecimento de si e no exercício de novos valores que possam fomentar a paz interior, por consequência a paz nas relações humanas.
Condensado de artigo publicado no The Journal of Psychological Studies, de Londres, Inglaterra, Ano II, N° 7.

29 de março de 2011

LAR ESCOLA


É comum ouvirmos as queixas de adolescentes com relação aos próprios pais: consideram bem melhores as famílias dos amigos, seus pais e irmãos... Alguns julgam-se estranhos no próprio lar, queixam-se das cobranças quanto aos afazeres e obrigações, permanecem muito mais tempo fora do convívio doméstico. Educar um filho ou uma filha nos tempos atuais nem sempre é tão fácil quanto se espera; consideremos ainda o fato de que a tecnologia criou formas de “diálogo” virtuais, quando a troca de idéias, a afetividade, a expontaneidade, as relações humanas diminuem ou até restringem os fatores construtores do amadurecimento da personalidade. Há que se considerar também o fato de que nem sempre os laços familiares se estabelecem entre Espíritos afins.
Certamente que nesta questão, os laços equivocados estabelecidos em vidas pregressas geram compromissos nem sempre agradáveis – e muitas vezes inimigos encontram-se entre quatro paredes, onde a desconfiança e a antipatia revelam-se prioritárias no relacionamento. O episódio ocorrido com o próprio Mestre Jesus, que não encontrou compreensão entre os próprios irmãos, é um exemplo; Jesus ali estabelece um parâmetro, o de que nem sempre o ser humano deste plano evolutivo encontrará corações prontos a acolher seus anseios e expectativas. Porém, foi o próprio Mestre quem estabeleceu a regra primaz: aquele que fizer a vontade do Pai, este é meu irmão, minha irmã, minha mãe... E qual é a “vontade do Pai”? E seguem-se, ao longo de todo o seu Evangelho de Amor, as regras básicas para o estabelecimento da Educação do Espírito, que não começou a sua jornada naquele lar, mas antes, muito antes, e seguirá, tempo afora na conquista de valores e virtudes necessários ao seu crescimento espiritual.
Publicado no Jornal de Estudos Psicológicos, 15ª. Edição 2011, Londres,Inglaterra.

15 de março de 2011

Tristes Eventos


Ao meditarmos sobre os atuais e tristes eventos, poderiamos ser levados a pensar nas causas reais para tantas dores coletivas. Porém, a Filosofia Espírita, farol que ilumina os nossos pensamentos, nos conduz a refletir, não em causas reais, mas na maneira como poderíamos minimizar as dores alheias; jamais buscar o porquê das tragédias - referimo-nos às causas espirituais -, pois elas exporiam os nossos irmãos ao nosso julgamento, como a justificá-las diante de todos: isto seria o mesmo que buscar respostas na Lei de Talião.

Já ultrapassamos esta forma arcaica de pensar - sabemos que existem causas que geram efeitos - mas sabemos também que a misericórdia de Deus manifesta-se de formas que escapam à nossa compreensão - e aceitação.

Dissemos em minimizar as dores alheias... mas como ? Compartilhando, através de orações, de vibrações direcionadas aos locais onde o sofrimento se apresente, no Brasil ou em qualquer parte do mundo. Mas também buscando formas de auxiliar - estas, dentro das possibilidades e alcance de cada um.

Desta forma, estaremos todos unidos a eles, irmãos próximos ou distantes, mas sempre presentes em nossa lembrança e em nossos corações.

20 de fevereiro de 2011

FILOSOFIA E EDUCAÇÃO


JOSTEIN GAARDER

EFE Filosofia Espírita

EFE Filosofia Espírita
Centro Espírita Nosso Lar Casas André Luiz

EFE- Educação Mediúnica com base na Filosofia Espírita

EFE- Educação Mediúnica com base na Filosofia Espírita
Grupo Espírita Irmão Carmello

Carl Sagan - Biblioteca de Alexandria e o Conhecimento clássico

Carl Sagan - Biblioteca de Alexandria e Hipácia

ÁGORA - Trailler oficial