FILOSOFANDO O COTIDIANO

O autor define com mestria o significado da FILOSOFIA ESPÍRITA vigente no atual estágio evolutivo em que nos encontramos.
Acompanhe conosco esse processo de encontros e desafios, que definem o Ser em busca de si mesmo através de ações que convergem a favor da paz e da Harmonia.

Educar para o pensar espírita é educar o ser para dimensões conscienciais superiores. Esta educação para o Espírito implica em atualizar as próprias potencialidades, desenvolvendo e ampliando o seu horizonte intelecto-moral em contínua ligação com os Espíritos Superiores que conduzem os destinos humanos.(STS)

Base Estrutural do ©PROJETO ESTUDOS FILOSÓFICOS ESPÍRITAS (EFE, 2001): Consulte o rodapé deste Blog.

27 de janeiro de 2013

A GRANDE EDUCADORA (Balada aos que sofrem)


Autor Léon Denis / Médium Yvone A. Pereira

Chama-se Dor.

Revela-se na desventura do amante, na desolação da orfandade, na angústia da miséria, no alquebramento da saúde, no esquife do ser querido que se foi deixando atrás de si a lágrima e o luto, no opróbrio da desonra, na humilhação do cárcere, no aviltamento dos prostíbulos, na tragédia dos cadafalsos, na insatisfação dos ideais, na tortura das impossibilidades – no acervo das desilusões contra que se confunde e se decepciona o coração da Humanidade.

Não obstante, a Dor é a grande amiga a zelar pela espécie humana, junto dela exercendo missão elevada e santa.

Estendendo sobre as criaturas suas asas, úmidas sempre do orvalho regenerador das lágrimas, a Dor corrige, educa, aperfeiçoa, exalta, redime e glorifica o sentimento humano a cada vibração que lhe extrai através do sofrimento.

O diamante escravizado em sua ganga sofre inimagináveis dilacerações sob o buril do lapidário até poder ostentar toda a real pureza do grande valor que encerra. Assim também será a nossa alma, que precisará provar o amargor das desventuras para se recobrir dos esplendores das virtudes imortais cujos germens o Sempiterno lhe decalcou no ser desde os longínquos dias do seu princípio!

A alma humana é o diamante raro que a Natureza – Deus – criou para, por si mesmo, aperfeiçoar-se no desdobrar dos milênios, até atingir a plenitude do inimaginável valor que representa, como imagem e semelhança dAquele mesmo Foco que a concebeu. Mas o diamante – Homem – acha-se envolvido das brutezas das paixões inferiores. É um diamante bruto! Chega o dia, porém, em que os germes da imortalidade, nele decalcados, se revolucionam nos refolhos da sua consciência, nele palpitando, então, as ânsias por aquela perfeição que o aguarda, num destino glorificador: - Foi criado para as belezas do Espírito e vê-se bruto o inferior! Destinado a fulgir nos mostruários de esferas redimidas, reconhece-se imperfeito e tardo nas sombras da matéria! Sonha com a sublimização das alegrias em pátrias divinais, onde suas ânsias pelo ideal serão plenamente saciadas, mas se confessa verme, porquanto não aprendeu ainda sequer a dominar os instintos primitivos!

Então o diamante – Homem – inicia, por sua vontade própria, a trajetória indispensável do aperfeiçoamento dos valores que consigo traz em estado ignorado, e entra a sacudir de si a crosta das paixões que o entravam e entenebrecem.

E essa marcha para o Melhor, essa trajetória para o Alto denomina-se Evolução!

A luta, então, apresenta-se rude! É dolorosa, e lenta, e fatigante, e terrível! Dele requer todas as reservas de energias morais, físicas e mentais. Dilacera-lhe o coração, tortura-lhe a alma, e o martirológico, quase sempre, segue com ele, rondando-lhe os passos!

Mas seu destino é imortal, e ele prossegue!

E prosseguindo, vence!...

Então, já não é o bruto de antanho...

O diamante tornou-se jóia preciosa e refulge agora, pleno de méritos e satisfações eternas, nos grandes mostruários da Espiritualidade – esferas de luz que bordam o infinito do Eterno Artista, que é Deus!

A Dor, pois, é para o Espírito humano o que o Sol é para as trevas da noite tempestuosa: - Ressurreição! Porque, se este aclara os horizontes da Terra, levantando com seu brilho majestoso o esplendor da Natureza, aquela desenvolve em nosso ego os magnificentes dons que nele jaziam ignorados: - fecunda a inteligência, depurando o sentimento sob as lições da experiência, educando o caráter, dignificando, elevando, num progredir constante, todo o ser daquele em quem se faz vibrar, tal como o Sol, que vivifica e benfaz as regiões em que se mostra.

A Dor é o Sol da Alma...

A criatura que ainda não sofreu convenientemente carrega em si como que a aridez que desola os pólos glaciais e, como estes, é inacessível às elevadas manifestações do Bem, isto é, às qualidades redentoras que a Dor produz. Nada possuirá para oferecer aos que se lhe aproximam pelos caminhos da existência senão a indiferença que em seu ser se alastra, pois que é na desventura que se aprende a comungar com o Bem, e não pode saber senti-lo quem não teve ainda as fibras da alma tangidas pela inspiração da Dor!

O orgulho e o egoísmo, cancerosas chagas que corrompem as belas tendências do Espírito para os surtos evolutivos que o levarão a redimir-se; as vaidades perturbadoras do senso, as ambições desmedidas, funestas, que não raro arrastam o homem a irremediáveis, precipitosas situações; as torpes paixões que tudo arrebatam e tudo ferem e tudo esmagam na sua voragem avassaladora que infestam a alma humana, inferiorizando-a ao nível da brutalidade, e os quais a Dor, ferindo, cerceia, para implantar depois os fachos imortais de virtudes tais como a humildade, a fé, o desinteresse, a tolerância, a paciência, a prudência, a discrição, o senso do dever e da justiça, os dons do amor e da fraternidade e até os impulsos da abnegação e do sacrifício pelo bem alheio – remanescentes daquelas mesmas sublimes virtudes que de Jesus Nazareno fizeram o mensageiro do Eterno!

Ela, a Dor, é o maior agente do Sempiterno na obra gigantesca da regeneração humana! É a retorta de onde o Sentimento sairá purificado dos vírus maléficos que o infelicitam! Quanto maior o seu jugo, mais benefícios concederá ao nosso ego – tal como o diamante, que mais cintila, alindado, quanto maior for o número dos golpes que lhe talharem as facetas! É a incorruptível amiga e protetora da espécie humana:- zelando pela sua elevação espiritual, inspirando nobres e fraternas virtudes! Ela é quem, no Além-Túmulo, nos leva a meditar, através da experiência, produzindo em nosso ser a ciência de nós mesmos, o critério indispensável para as conquistas do futuro, de que hauriremos reabilitação para a consciência conturbada. É quem, a par do Amor, impele as criaturas à comiseração pelos demais sofredores, e a comiseração é o sentimento que arrasta à Beneficiência. E é ainda ela mesma que nos enternece o coração, fazendo-nos avaliar pelo nosso o infortúnio alheio, predispondo-nos aos rasgos de proteção e bondade; e proteger os infelizes é amar o próximo, enquanto que amar o próximo é amar a Deus, pautando-se pela suprema lei recomendada no Decálogo e exemplificada pelo Divino Mestre!

Por isso mesmo, o coração que sofre não é desgraçado, mas sim venturoso, porque renasce para as auroras da Perfeição, marcha para o destino glorioso, para a comunhão com o Criador Onipotente! Prisioneiro do atraso, o homem somente se desespera sob os embates da Dor porque não a pode compreender ainda. Ela, porém, é magnânima e não maléfica. Não é desventura, é necessidade. Não é desgraça, é progresso. Não é castigo, é lição. Não é aniquilamento, é experiência. Nem é martírio, mas prelúdio de redenção! Notai que – depois do sacrifício na Cruz do Calvário foi que Jesus se aureolou da glória que converterá os séculos:

- “Quando eu for suspenso, atrairei todos a mim”. – Ele próprio o confirmou, falando a seus discípulos.

Sob o seu ferrete é que nos voltamos para aquele misericordioso Pai que é o nosso último e seguro refúgio, a nossa consolação suprema!

As ilusões passageiras da Terra, os prazeres e as alegrias levianas que infestam o mundo, aviltando o sentimento de cada um, nunca fizeram de seus idólatras almas aclaradas pelas chamas do amor a Deus. É que – para levantar na aridez das nossas almas a pira redentora da Fé só há um elemento capaz, e esse elemento é a Dor! Ela, e só ela, é bastante poderosa para reconciliar os homens – filhos pródigos – com o seu Criador e Pai!

Seu concurso é, portanto, indispensável para nos aperfeiçoar o caráter, e inestimável é o seu valor educativo. Serena, vigilante, nobre heróica – ela é o infalível corretivo às ignomínias do coração humano!

Nada há mais belo e respeitável do que uma alma que se conservou serena e comedida em face do infortúnio. Palpita nessa alma a epopéia de todas as vitórias! Responde por um atestado de redenção! Seu triunfo, conquanto ignorado pelo mundo, repercutiu nas regiões felizes do Invisível, onde o comemoraram os santos, os mártires de todos os tempos, os gênios da sabedoria e do bem, almas redimidas e amigas que ali habitam, as quais, como todos os homens que viveram e vivem sobre a Terra, também conheceram as correções da Dor, ela é a lei que aciona a Humanidade nos caminhos para o Melhor até a Perfeição!

Ó almas que sofreis! Enxugai o vosso pranto, calai o vosso desespero! Amai antes a vossa Dor e dela fazei o trono da vossa Imortalidade, pois que, ao findar dessa trajatória de lágrimas a que as existências vos obrigam – é a glorificação eterna que recebereie por prêmio!

Salve, ó Dor bendita, nobre e fiel educadora do coração humano!

E glória ao Espiritismo, que nos veio demonstrar a redenção das almas através da Dor!

LÉON DENIS

VISUALIZE O TEXTO "TRISTES EVENTOS", em http://filosofiaespiritaencantamentoecaminho.blogspot.com

10 de janeiro de 2013

ESTAREMOS NÓS, OS ESPÍRITAS, NOS OMITINDO?


Poderíamos elencar uma série de questões e desafios que o nosso país atravessa nos dias atuais. Talvez, neste espaço, não coubesse a quantidade imensa de desafios nos quais o espírita poderia ser chamado a colaborar com todo o Conhecimento de que é portador, mas vamos apenas citar a Lei de Causa e Efeito, que traz às nossas mãos – a cada instante, a cada dia, a cada reencarnação – os resultados de nossas ações para o bem ou para a obscuridade.

Bastaria que olhássemos a vida como ela se apresenta hoje, para atestarmos, para comprovarmos os efeitos de nossas ações do passado; ao abrirmos um livro de História os fatos lá contidos demonstram a natureza humana em seus momentos de realizações, mas também de desvarios trazendo-nos, nos dias atuais, os frutos dessas semeaduras.

Vamos enfocar os grandes temas de nossa pátria – o Brasil enfrenta profundas crises morais; acrescente-se a isto o fato de que as populações das grandes cidades não conseguem livrar-se do tráfico de drogas e das suas consequências; o país, através de seus poderes, aprova leis que visam a exploração desenfreada da Amazonia e sua consequente e paulatina ocupação desmedida – então vamos ficando por aqui e dar relevância a este último, com enfoque ao problema de Belo Monte – convidamos os leitores a assistirem ao vídeo que postamos neste blog do Projeto Estudos Filosóficos Espíritas, e que fala por si.

Em 2011 lançamos a Campanha “Descriminalizar ou educar” através destes blogs, do site da Fundação Espírita André Luiz (http://www.feal.com.br/artigo.php?car_id=59&col_id=22&t=DESCRIMINALIZAR--OU-EDUCAR-?-), bem como de parte da imprensa espírita, onde expusemos as ideias de vários de nossos pesquisadores envolvidos com o Projeto Estudos Filosóficos Espíritas, e contrários à aprovação da legislação que pretende liberar o uso das drogas entrorpecentes, pois entendemos que seria o caminho mais curto para termos uma população de zumbis (veja-se os exemplos da Holanda e da Suécia).

Em 2012 lançamos a Campanha Contra a Descriminalização do Aborto, em iguais veículos (http://www.feal.com.br/artigo.php?car_id=67&col_id=22&t=A-DESCRIMINALIZACAO-DO-ABORTO-ANENCEFALICO-), pois entendemos que este ato traria terríveis consequências morais e espirituais para todos os envolvidos, e para a coletividade.

E voltamos a perguntar - estaremos nós, os espíritas, alheios a tudo isto? Nosso papel neste momento, tão proclamado como sendo de transição, é de agir, é de encaminharmos a população ao conhecimento racional dos princípios espíritas, de forma aberta e claramente, colocando-os não como ameaça para um “futuro tenebroso” caso não sejam assimilados, mas como elucidadores de que causa gerada com plena consciência de seus efeitos acarreta colheita efetiva de sofrimento(s) futuro(s).

É o momento de descentralizarmos e desinstitucionalizarmos o Espiritismo, para que ele possa ser acessado por todos. É o momento de orientar e de indicar caminhos; é ainda, o momento de ocupar-se os espaços da mídia com abordagens consistentes e falar-se de assuntos relevantes sob a visão dos princípios espíritas.

É o momento de assumirmos a simplicidade de Jesus de Nazaré, que curava almas e ensinava a caminhar; é o momento de alicerçar o Conhecimento Espírita em suas bases filosófico-científicas com as pesquisas atuais embasadas em critérios de rigor científico e sequentes às dos pesquisadores pioneiros, e dizer abertamente e sem temor: somos Espíritos imortais sim, somos responsáveis por tudo o que fizermos ou deixarmos de fazer, sim, e com todas as consequências geradas pelas nossas ações, inclusive o nosso alheamento.

É o momento de educarmos nossos filhos, netos e sobrinhos, crianças e jovens, com base na Educação Espírita, para que assumam a sua identidade de Espíritos reencarnantes, sob a orientação segura de uma Doutrina que soma aprimoramento intelectual e sentimentos confraternos.

Emmanuel disse em algum lugar, que não estávamos reencarnados em férias – e que no momento em que mais intensamente precisaríamos lutar com empenho e amor, poderíamos ser distraídos pelos avanços da tecnologia e pelo progresso que nos traria fartura e conforto.

Estaríamos nesse momento? Acredito – minha opinião – que sim. Muito já poderíamos ter feito – da mesma forma como os pioneiros do Bem fizeram - serenamente, mas corajosa e efetivamente.
Certamente que o leme deste barco está nas mãos de Jesus – porém, não esqueçamos que mesmo Ele não prescinde de marinheiros responsáveis para conduzi-lo.

Sonia Theodoro da Silva
www.filosofiaespirita.org

O Espiritismo na TV aberta


Na data de hoje assistimos a mais um debate num canal de TV entre representantes de religiões com a presença de um espírita. Os assuntos abordados giraram em torno do tema “paranormalidade”, e cada representante deu o seu parecer acerca do que a sua religião preconizava a respeito. Sem dúvida que o representante espírita abordou o tema de forma a canalizá-lo para as comprovações de ordem científica a partir dos estudos de Allan Kardec. E não poderia ser de outra forma; contudo, este foco, que deve ser melhor tratado e enfatizado em qualquer entrevista onde o Espiritismo seja convidado a participar, acabou por ser desviado para as questões de ordem religiosa dogmática. Parece-me – e aqui exprimo a minha opinião – que este terreno ainda está extremamente verde; seria como esbarrar num muro intransponível, onde os religiosos se enclausuram quando não querem responder às mais simples questões. E mais uma vez Jesus vaio à tona como a 2ª. pessoa da trindade católica e protestante, como alternativa de argumentação.

Os participantes se dividiram, com o umbandista aliando-se ao protestante contra o espírita, que tentava explicar racionalmente os ensinos de Jesus e a sua vida; a sua citação de uma passagem do livro “Ciência Espírita” do pensador espírita José Herculano Pires para embasar o seu discurso, acabou por ser depreciada e relegada ao plano das improváveis e "pseudo-verdades espíritas".

O enfoque do umbandista pendeu para o que ele chamou de “arrogância de médiuns” que se utilizam da ingenuidade do público para enriquecerem e se encastelarem em pedestais de poder, ao que o protestante aproveitou para citar a famosa passagem do Deuteronômio onde Moisés proibia as comunicações com os espíritos (sem dúvida que em sua época de manifestações medianímicas primitivas Moisés não poderia ter agido de outra forma).

E assim progrediu a entrevista, como um colar de pérolas que perde o fio que as sustenta, na pessoa de uma entrevistadora que não conseguiu manter o bom nível das discussões.

O programa não apresentou nada de novo, nada acrescentou aos telespectadores que, mais uma vez, ficaram sem as necessárias e prementes explicações às magnas questões da vida humana em conflito, e que somente o Espiritismo pode elucidar. Não estamos colocando a Doutrina Espírita por sobre qualquer tradição religiosa apenas lembraríamos de que princípios de fé não são discutíveis pois fazem parte do inconsciente coletivo como verdade indiscutível, portanto como dogmas de fé.

O Espiritismo é constituído de princípios de razão, universais, e que compõem as Leis Divinas - aqui estão as Palavras de Deus - perfeitamente acessíveis através do estudo, da pesquisa, da meditação consciente.

O desfecho demonstrou, mais uma vez, a ausência de interesse geral nas pesquisas científicas que hoje muitos espíritas no Brasil e no exterior fazem, comprovando os princípios espíritas ensinados pelos Espíritos Superiores e profundamente estudados por Kardec e seus continuadores: a existência da vida após a morte, a pluralidade das existências, a comunicabilidade dos Espíritos, a lei de causa e efeito; as pesquisas dos hoje sistematicamente ignorados William Crookes, Ernesto Bozzano, Hernani Guimarães Andrade, ignorados até pelos próprios brasileiros, a mediunidade formidável de um Carmine Mirabelli, filho de imigrantes italianos e morador da Zona Norte de São Paulo, no bairro de Santana, de um Peixotinho, de uma Ana Prado, de uma Elisabeth d'Espérance, de uma Florence Cook, de muitos outros que compõem a história da paranormalidade mundial e que foram estudados por brasileiros espíritas, conscientes da magnitude de significados que esses médiuns traziam consigo. Poderíamos citar centenas de médiuns e pesquisadores sérios que atestaram os princípios espíritas como princípios de Verdade.

Ou seja, mais uma vez o público perdeu a oportunidade de saber porque é refém de uma época onde a violência e a falta de respeito à vida se manifestam, porque sofremos, porque trabalhamos, porque vivemos e afinal, para onde estamos caminhando; o pior cativeiro ainda é a ignorância de sabermo-nos Espíritos reencarnantes com deveres, obrigações, compromissos, e realizações efetivas e consistentes que aguardam as nossas iniciativas.

O encerramento do programa culminou com cada participante divulgando a sua própria instituição, como palavras finais. E mais uma vez o Espiritismo não pode firmar-se com a coragem que lhe é característica, na demonstração de todos esses fatos – hoje sobejamente comprovados cientificamente, porém ainda relegados a segundo plano, ou o que é pior - relegados a material pertencente ao ocultismo, ao sobrenatural, à demoniologia. Lamentável.

Sonia Theodoro da Silva
www.filosofiaespirita.org

EFE Filosofia Espírita

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Centro Espírita Nosso Lar Casas André Luiz

EFE- Educação Mediúnica com base na Filosofia Espírita

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Grupo Espírita Irmão Carmello

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