FILOSOFANDO O COTIDIANO

O autor define com mestria o significado da FILOSOFIA ESPÍRITA vigente no atual estágio evolutivo em que nos encontramos.
Acompanhe conosco esse processo de encontros e desafios, que definem o Ser em busca de si mesmo através de ações que convergem a favor da paz e da Harmonia.

Educar para o pensar espírita é educar o ser para dimensões conscienciais superiores. Esta educação para o Espírito implica em atualizar as próprias potencialidades, desenvolvendo e ampliando o seu horizonte intelecto-moral em contínua ligação com os Espíritos Superiores que conduzem os destinos humanos.(STS)

Base Estrutural do ©PROJETO ESTUDOS FILOSÓFICOS ESPÍRITAS (EFE, 2001): Consulte o rodapé deste Blog.

14 de fevereiro de 2010

DEFESA DA VERDADE

Para as nossas reflexões, oferecemos aos prezados amigos internautas as ponderações de um Espírito, cujo alcance não têm limites no tempo ou no espaço, principalmente quando se trata de resguardar, por nós, espíritas, com respeito, amor e firmeza, a doutrina de luz presenteada à humanidade, há 150 anos:

“Companheiros inúmeros asseveram que os ensinos espíritas sendo a verdade, não precisam de defesa.

Criaturas comodistas, não obstante bondosas, acrescentam que sendo a caridade a base em que repousa a Terceira Revelação, não se deve chocar, incomodar ou advertir ninguém.

A verdade - afirmam, fala por si, não necessita de pessoas que lhe esposem a causa.

Entretanto, vejamos dois dos grandes princípios que dignificam a vida:

EDUCAÇÃO - Todos sabemos que a educação é realidade inconteste, mas, por isso, não deixa de ter escolas, programas, compêndios, professores e especialistas dinamizando o ensino, sem o que a ignorância contaria com o seu império de sombras consolidado na Terra.

JUSTIÇA - A justiça existe por si, no entanto, por essa razão, não dispensa tribunais, legislações, juizes e advogados que lhe administrem os recursos sem o que o mundo jamais sairia da animalidade ou da delinqüência.

Certamente que um orientador ou um magistrado não transmitem a instrução e nem aplicam a lei, à força de golpes ou a golpes de força, mas se prevalecem da força moral de que dispõem para ensinar e corrigir, clarear e reajustar.

Assim também a verdade na doutrina espírita.

Não raro, aqui e ali, repontam obscuridades e enganos que, se acalentados, criam raízes de erros, estabelecendo prejuízos incalculáveis nos domínios do sentimento; de outras vezes, idolatria e trama artificiosa se levantam, com meloso enredo, ameaçando edificações morais de elevado alcance, a carrearem absurdidades e discórdias, através de mesuras ardis.

Ninguém precisa ferir ou impor nesse ou naquele ponto de sustentação doutrinária, mas o espírita tem a obrigação de estudar e refletir, assegurar a limpidez dos ensinos que abraça e garantir-lhes a difusão clara nos alicerces do discernimento e da lógica, sem o que as consciências humanas, mesmo as que estejam sob os rótulos do Espiritismo, continuarão adstritas ao fanatismo e à superstição.

Não nos cansemos, pois, de trabalhar e servir mas sem deixar de raciocinar e esclarecer.”

LUIZ, André (Espírito), VIEIRA, Waldo. Sol nas Almas, it. 29, pg.89,13a. Ed., Ed. CEC, Uberaba- MG

EFE Filosofia Espírita

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Centro Espírita Nosso Lar Casas André Luiz

EFE- Educação Mediúnica com base na Filosofia Espírita

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Grupo Espírita Irmão Carmello

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